domingo, 6 de fevereiro de 2011

O Dia em que vi Deus

Deus é um pássaro azul de cor tão fantástica que só se pode descrever através de fotografia.
O pássaro veio a mim, pousou ao lado da minha cama e disse: eu sou Deus. Pergunte-lhei, e como podes provar isto? Ele disse, Bem, não somente porque a fala é incomum entre pássaros azuis, mas, eu tenho esta marca, ela é a prova de que sou Deus, apesar de não precisar provar...
E mostrou-me, no topo da cabeça, adivinhem, uma pequena carequinha. Algo como São Francisco, o que me fez perguntar, Você é São Francisco...? E ele, negando e confirmando, respondeu-me, Não, eu sou Deus. Eu aproveitei, porque não é todo dia que temos um encontro desta natureza, para perguntar-lhe coisas sobre o que fazer, o que era certo, o rumo a seguir...
Ele me disse tudo, falou de ecologia, moral através dos tempos, as escolhas humanas e os rumos da humanidade. Mas a parte mais importante, pasmem: falou-me longamente sobre fotografia, conteúdo da imagem, obra de arte...
(Em uma noite quente, sonhei com Deus.
Vou contar-lhes...)






PS, Este da foto, obviamente, não é Deus. Notem que ele tem um anelo no pé e está enclausurado, e a clausura é própria dos homens e dos santos, nunca de Deus. Ele também não possuía a marca inconfundível no alto da sua magnífica cabeça. Fotografei-o um dia antes, em Pomerode.

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