quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Escuela del Sur del Mundo


Dias de pré outono, o clima de Florianópolis com ressaca, turistas batendo em debandada, tão lentamente, nestas pobres vielas que o governico municipal/estadual chama de 'rodovias': até parece que bilhões de turistas estão/estiveram na ilha. Florianópolis só não virou o caos habitual porque dezembro e a 'virada' foram mornos, o Brasil ainda temeroso pelas chuvaradas recém precipitadas. Não se precipitaram, portanto, e foram aparecer, massivamente, só lá pelo meio de janeiro. Mais não sei tanto, estava visitando meus irmãos no Chile e na Argentina.

Foram dias de intercalar trabalho, rotinas e botellas. Férias de verão e vinho, duas coisas que NÃO combinam. Então, espumantes. Tempo para repensar nas fronteiras, todas, pois é uma novela mexicana, com louvor, varar nosso 'mercosur libre'. Vuelverei ao sur, mas gostaria de transitar libre entre meus irmãos de ditaduras, suor e subjugo ao 'império', iniciando pelo império espanhol, por supuesto, in cabrestus residorum.

Temos os latino-dramas, não poder comercializar-transitar-residir livremente; tenho, pintando minha porta, um insólito argentino clandestino! Não serei eu a erguer a bandeira do Portunhol, mas que se fale e que se compreendam as línguas da nossa vasta américa latina, o que não exclui a germânica, mas primeiro a latina, ok?

Descobri um excelente trabalho, Joaquim Torres Garcia e uma visão 'ensinada' em alguma escola ao sul... Desenho-proposta-utopia, de uma visão latino-americana dos fatos, desde o princípio mais ou menos civilizado. É este desenho aí...


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